
Problema de “R”
Não sei se fomos duros demais quando relatamos o “Churrasco Alemão”. Pois, na verdade encontramos várias pessoas maravilhosas em nosso percurso.
Como não falar da família super hospitaleira de Torino com a inesquecível senhora chamada Serena, a qual não fala nem um dos idiomas que falamos, mas conseguiu ganhar nosso coração de tal maneira que me fez acordar chorando na data em que iríamos embora e, por isso, adiar a ida em mais um dia. E o Álvaro, Espanhol muito gente fina de Madri que nos acompanhou durante dois dias em Munique e disse que sua casa está de portas abertas esperando por nossa visita. Já o Joseph, pai do Martin, colocava toda noite música brasileira para matarmos a saudade. Nosso muito obrigado a todos!
Mas hoje, ao encontrarmos um restaurante que serve rodízio de CHURRASCO em Praga conhecemos um garçom paulista que resolveu abrir o coração e nos confidenciar que a vida não é fácil fora do Brasil. Especialmente porque os Europeus têm problema de “R”... E nós começamos a imaginar palavras como rico, rei, renite... Sei lá... E ele repetiu: Problema de “R”. E de repente percebemos que ele era negro e que o mesmo sofria o Racismo de um povo de maioria branca que possui dificuldade em aceitar o diferente. Nossa sugestão foi que ele voltasse para o Brasil o mais rápido possível, pois mesmo sendo portadores dessa “doença”, acreditamos que ela prejudica os brasileiros em um grau menos intenso.
Não sei se fomos duros demais quando relatamos o “Churrasco Alemão”. Pois, na verdade encontramos várias pessoas maravilhosas em nosso percurso.
Como não falar da família super hospitaleira de Torino com a inesquecível senhora chamada Serena, a qual não fala nem um dos idiomas que falamos, mas conseguiu ganhar nosso coração de tal maneira que me fez acordar chorando na data em que iríamos embora e, por isso, adiar a ida em mais um dia. E o Álvaro, Espanhol muito gente fina de Madri que nos acompanhou durante dois dias em Munique e disse que sua casa está de portas abertas esperando por nossa visita. Já o Joseph, pai do Martin, colocava toda noite música brasileira para matarmos a saudade. Nosso muito obrigado a todos!
Mas hoje, ao encontrarmos um restaurante que serve rodízio de CHURRASCO em Praga conhecemos um garçom paulista que resolveu abrir o coração e nos confidenciar que a vida não é fácil fora do Brasil. Especialmente porque os Europeus têm problema de “R”... E nós começamos a imaginar palavras como rico, rei, renite... Sei lá... E ele repetiu: Problema de “R”. E de repente percebemos que ele era negro e que o mesmo sofria o Racismo de um povo de maioria branca que possui dificuldade em aceitar o diferente. Nossa sugestão foi que ele voltasse para o Brasil o mais rápido possível, pois mesmo sendo portadores dessa “doença”, acreditamos que ela prejudica os brasileiros em um grau menos intenso.

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